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CONDICIONADOR DE ENERGIA ELÉTRICA FIEEL

 

 

O FIEEL consiste numa inovação no condicionamento da energia elétrica, com três patentes internas é ligado em paralelo ou série (monofásico), onde a capacidade de drenagem de distúrbios é ampliada, o sistema é protegido para não entrar em ressonância e é criada uma proteção efetiva contra transientes (descargas atmosféricas) e principalmente é o único equipamento que atua em amplo espectro de freqüências que vão deste harmônicas a interferências eletro-magnéticas.

Funcionamento

A energia elétrica presente na rede passa a ser o somatório das várias correntes (a produzida pela concessionária 60Hz, a energia residual de equipamentos eletrônicos e a captada pelos cabos de transmissão que atuam como antenas), com características distintas. A presença destas correntes parasitas ocorre de muitas formas, podendo ter sua origem externa como curtos ou raios que se movimentam a partir da rede elétrica da concessionária ou de origem interna (mais comuns) produzidas pelas características dos equipamentos conectados ao sistema.

O objetivo do FIEEL é eliminar estas freqüências, deixando apenas a fundamental (60Hz).  Os danos provocados ao sistema podem ser: equipamentos danificados, aumento no consumo, aquecimentos em cabos, interferências ou falhas, etc.

Analisando através do método conceitual, observamos que os distúrbios ao serem originados, independente se a origem for externa ou interna, tendem a se movimentar em direção ao fornecimento de elétrons (haste de aterramento) através do percurso de menor resistência ou maior diferença de potencial. Ocorre que, como não existe um curto circuito entre fase e terra, o distúrbio tende a atravessar equipamentos conectados ao sistema os danificando ou diminuindo sua vida útil.

Mesmo que a rede seja de corrente alternada os distúrbios podem apresentar características de corrente alternada ou contínua.

Outra concepção para entendermos o fenômeno baseia-se na corrente alternada corresponder a um balanceamento constante entre a necessidade e capacidade de fornecimento de elétrons. Quando um distúrbio ocorre este desbalanceia o sistema até que sua necessidade de elétrons seja satisfeita.

O FIEEL foi desenvolvido inicialmente para atender as indústrias, porém, os relatos de problemas na qualidade da energia e proteção têm surgido em outros setores como o comercial e residencial. Fabricantes de máquinas e equipamentos podem agregar aos sistemas condicionadores FIEEL com o objetivo de eliminar problemas de manutenção e aumentar sua vida útil, reduzindo custos com a garantia.

É uma tendência o uso cada vez maior de equipamentos geradores de interferências (inversores), aliada ao uso de equipamentos cada vez mais sensíveis (microcontrolados, clp’s, etc).

Proteção Contra Descargas Atmosféricas

Os produtos encontrados no mercado, resistores lineares, são constituídos por varistores e centelhadores, componentes que com o aumento da tensão provocam o curto da descarga. Ou seja, a sobretensão deve estar presente no sistema para que ocorra o chaveamento. No caso do FIEEL, não ocorre o chaveamento, por ele constantemente descarregar poucos mA, criando a menor resistência entre a descarga e a terra, desta forma o surto presente nas proximidades é induzido em direção ao FIEEL. Descargas atmosféricas possuem características padrões de freqüências, normalmente utilizadas para triangular as posições dos raios ou informar sua proximidade. Assim como num rádio é selecionada uma freqüência para ser convertida em áudio, o FIEEL foi projetado para ser um curto as freqüências dos raios.

Assim, a função do FIEEL frente a descargas atmosféricas é proteger ou minimizar os danos devastadores causados. Se algum equipamento garantir total eficiência deve ser visto com precauções, indica que os fabricantes têm pouco conhecimento sobre o assunto. A literatura descreve que é muito baixa a probabilidade de uma descarga superior a 10kV percorrer uma linha de transmissão, mesmo assim, ocorre à possibilidade de valores infinitamente superiores. Medições de sobretensões nos EUA e Europa indicam a ocorrência de uma a três descargas superiores a 20kV presentes nas linhas de transmissões entre cada mil.